22.2.12
Autodesk University 2011
Para simplificar podem aceder por estes atalhos:
AB224 Modelagem de terrenos Avançada
AB210 Da Arquitetura ao Projeto Integrado
AB3968 Estudos conceituais: do estudo da forma à análise energética
MP3672 Da Arquitetura para as Redes Prediais
SE3671 Da Arquitetura para as Estruturas
AC5488 "Custom User Interface" para todos nós
Depois é sentar e assistir.
5.12.11
Autodesk University 2011
Em breve falaremos aqui de alguns dos temas que nos foram dados a conhecer este ano e daquilo que são as propostas da Autodesk.
Lembramos que os autores deste blog realizaram 2 classes cada um e que podem assitir em: Classes escolhendo a lingua portuguesa e o nome dos autores, Décio Ferreira e Fernando Oliveira.
Obrigado a todos os participantes.
14.11.11
Recuperar os Thumbnails das familias - Actualização
E tem o especial contributo de Niranjan Kamath técnico de suporte ao Revit na India.
A tradução e edição final é da minha autoria.
Têm ocorrido problemas com o preview das familias de Revit, não aparecerem no Windows Explorer.
A maior parte das vezes isso tem a ver com um ficheiro,para o Revit 2012, é Revit.Thumbnaill.dll, e para o Revit 2011 e Revit 2010, é o Revit.FilePreview.dll.
Para resolver este problema devemos proceder da seguinte forma:
1. No Iniciar do Windows -- Run
2. Escrever regsvr32 /u "C:\Program Files\Autodesk\Revit Architecture 2012\Program\Revit.Thumbnail.dll"
3. Faça OK, aparecerá uma mensagem a informar que "DllUngegisterServer foi bem sucedido", faça OK
4. No iniciar do Windows --Run
5. Escreva regsvr32 "C:\Program Files\Autodesk\Revit Architecture 2012\Program\Revit.Thumbnail.dll"
6. Faça OK, aparecerá uma mensagema informae que "DllRegisterServer foi be sucedido, faça OK.
Notas:
1. Poderá ter de modificar o caminho apresentado nas linhas 2 e 5, de acordo com a instalação no seu computador, ou se pretender utilizar esta opção em Revit Structure ou MEP. Se não encontrar os ficheiros *.Dll apresentados, poderá os encontrar no DVD de instalação original do Revit, ou noutro computador onde os previews apareçam correctamente.
2. Para o Revit 2011 e 2010, substitua o Revit.Thumbnail.dll pelo Revit.FilePreview.dll nas linhas 2 e 5.
3. Caso tenha uma versão do windows diferente, poderá ter também de alterar o caminho indicado na linha 2 e 5.
18.9.11
Criação de um "Catálogo de Tipos" de uma família
Assim, iremos criar um "Catálogo de Tipos" de uma família, cujo objectivo será no momento da importação da mesma num projecto, podermos seleccionar qual ou quais os tipos que pretendemos utilizar no nosso projecto.
Para esta demonstração, irei utilizar uma família de um móvel de cozinha (bancada) na qual foram criados vários tipos.

Para que possamos criar o Catálogo, torna-se necessário que a família tenha tipos já definidos com os valores e configurações necessárias.

Vamos então criar o "Catálogo de Tipos":
A partir da família, iremos proceder à criação de um ficheiro em formato *.txt com as informações dos parâmetros existentes.
Para isso, aceder a R>Export>Family Types.

O Revit irá solicitar a gravação do ficheiro, ficheiro este que deverá ter exactamente o mesmo nome que o da família, bem como ser gravado na mesma pasta desta.
E temos assim o nosso Catálogo criado!
Agora no projecto, quando da importação da família, surgirá uma janela onde, através do auxílio da tecla do Ctrl e/ou do Shift, poderemos seleccionar os tipos pretendidos.

Assim, torna-se possível apenas importar os tipos necessários para o projecto em causa.

Voltarei brevemente para mais algumas dicas que nos últimos dias me têm sido solicitadas com alguma frequência.
Bom trabalho
15.6.11
Render na Nuvem (cloud computing)
Vimos apresentar os primeiros testes à nova função de render do Revit 2012, não é uma aplicação final, mas sim uma versão beta disponibilizada no Laboratorio da Autodesk, como tal a sua é sujeita a algumas reservas de disponibilidade e funcionalidade.
O 1º Passo é registar-se como utilizador Autodesk, com o seu username e password das subscrições, de seguida deve instalar a aplicação que está disponivel no portal e que vai criar no Revit uma nova entrada no friso.
De seguida abrindo o nosso projecto de Revit, escolhemos a cena a renderizar, afinamos luzes e materias, e basta clicar no botão de "Render Online".
Resultados:
1ª Vantagem: segundo a minha experiencia nos testes realizados o tempo de render online é de menos de metade do tempo necessário na minha maquina, com a vantagem directa de poder enviar multiplas vistas para renderização.
2ª Vantagem: o sistema envia-nos um email a avisar que o render está pronto e o mesmo fica disponivel na web num espaçoq ue nos é atribuido.
3ª Vantagem: depois da imagem renderizada podemos alterar os parametros da mesma e obter resultados diferentes.
4ª Vantagem: aparentemente o sistema tem melhorias na qualidade final obtida.
Desvantagens: talvez não seja tão rápido como sempre ambicionamos, poderá ser estranho a utilização deste tipo de funcionalidade online, mas tudo se está a virar para o cloud computing.
Aceita-se respostas sobre que imagem foi renderizada localmente e qual renderizada na web.
11.5.11
Hotfix – Autodesk Revit 2012 – Climate Server Error
Este hotfix refere-se a problemas verificados pela mensagem de erro “Input string was not in a correct format” quando da especificação da localização na janela de dialogo do Energy Settings.
Este hotfix é destinado apenas para as primeiras versões do Revit; antes da instalação, verificar se a versão do Revit 2012 é 20110309_2315.
Aplicado aos seguintes produtos:
Autodesk® Revit® Architecture 2012
Autodesk® Revit® MEP 2012
Autodesk® Revit® Structure 2012
3.5.11
Revit Architecture 2012 - comando Rotate
Quantos de nós sempre quis fazer uma rotação em Revit e perguntava: "Mas porque é que o ponto tem que ser sempre aquele? Porque é que não posso identificar o eixo de rotação como eu faço no AutoCad?"
Era sempre uma aventura explicar o seu funcionamento que, apesar de lógico (o eixo era sempre o centro geométrico do objecto) gerava alguma contestação por parte de outros utilizadores.
Pois bem, eis que a versão 2012 vem resolver este (não) problema...
Assim, depois de aplicar o comando ROTATE a um objecto, facilmente reparamos que o indicador do eixo passou a ser um pequeno ponto azul; este, tal como nas versões anteriores, pode ser movido (bastando para isso clicar sobre ele, arrastando-o) para o sítio pretendido.

No entanto, nesta nova versão do Revit, é possível seleccionar a opção Place na Barra das Opções, permitindo assim a selecção do eixo de rotação através de um clique

AutoCadistas... satisfeitos? :)
Revit Architecture 2012 - Bloquear vistas 3D
A primeira que vou abordar neste blogue, que não considero a mais interessante, mas curiosa, é a possibilidade de podermos bloquear uma vista 3D.
Esta nova funcionalidade possibilita assim adicionar etiquetas numa vista 3D previamente bloqueada.
Para isso, numa vista 3D (não poderá ser a vista pre-definida - {3D} - bastando para isso renomea-la), na barra de visualização, aceder à funcionalidade - foi adicionado um novo botão.

Existem 3 opções:
Save Orientation and Lock View - Bloqueia a vista na orientação actual. Deixa de ser possível "orbitar". As etiqueta Keynote e outros comandos no separador Annotate tornam-se disponíveis.
Restore Orientation and Lock View - uma vista desbloqueada, que tenha estado bloqueada e que por alguma razão foi "orbitada" poderá ser novamente bloqueada com a orientação que tinha anteriormente (quando do anterior bloqueio)
Unlock View - desbloqueia a vista para podermos "orbitar" na vista. Se a vista contiver anotações, quando desbloqueada, todas as etiquetas que tenham sido colocadas irão desaparecer.
Quando um vista 3D com etiquetas inseridas nessa vista é desbloqueada, essas etiquetas são retiradas. Esta opção permite, como referido anteriormente, "orbitar" a vista. Depois, se o utilizador optar pela opção Restore Orientation and Lock View, o Revit retomará a vista anteriormente bloqueada e votará a colocar visível as etiquetas. Se optar pela opção Save Orientation and Lock View é mostrada uma mensagem de alerta a avisar de as etiquetas inseridas anteriormente serão eliminadas com a nova orientação.
Assim, quando temos uma vista 3D, o separador Annotate apresenta-se da seguinte forma:

22.3.11
Novidades Revit 2012
- Melhoria da sua performance e estabilidade.
- Melhor ligação com outros softwares (controle avançado na exportação para DWG).
- Melhorias acentuadas no trabalho com worksets, que permitem um maior control sobre o trabalho partilhado, como inclusive a possbilidade de trabalhar a apartir de postos fora da rede local.
- Novas opções na gestão da biblioteca de materiais, permitindo a criação de bibliotecas personalizadas, assim como o apagar facilmente materiais fora de uso.
- Ferramentas de modelação que nos permitem criar assemblagens de elementos para posterior extracção de vistas e tabelas exclusivas desses elementos.
- Ajustes vários de funcionalidades já existentes, cotagem, edição de objectos, modificação do interface, no fundo muitas respostas a solicitações dos utilizadores.
- Melhorias na ligação entre ficheiros tanto na extracção da informação como na gestão visual dos objectos.
- Análise energética concpetual que permite logo nos estágios inicais de desenvolvimento a análise comparativa entre modelos.
- Funcionalidades melhoradas de calculo e de sdesenho de armaduras no Revit Structure.
- Melhor gestão do projecto através do navegador de sistema do Revit MEP.
- Novas funções e ferramentas para trabalhos com tubagens e ductos.
3.3.11
Tutorial de modelação de terrenos
Importação do ficheiro de topografia
Aconselha-se sempre a uma verificação prévia do ficheiro de topografia abrindo o mesmo na aplicação de origem seja o “AutoCAD®” ou outro. Esta verificação é importante para validar os seguintes elementos:
As unidades e escala do ficheiro com o levantamento.
As “Layers” do projecto, em especial saber em que “Layers” se encontram os vários elementos do desenho, como curvas de nível e pontos topográficos.
Verificar se os objectos têm propriedades “bylayer”.
Modificar alguns dos elementos para que o levantamento nos sirva o melhor possível. Apagar tramas não necessárias, ocultar informação não relevante, e muitas vezes complementar as polilinhas que representam as curvas de nível, em especial se as mesmas tiverem espaços vazios.
Vamos então começar por inserir o ficheiro que contém o levantamento topográfico com o qual vamos desenvolver o nosso projecto. No separador “Insert” utilizamos a opção “Link CAD”, que deve ser utilizada para inserir levantamentos, plantas e alçados que podemos usar para desenvolver o projecto, mas que posteriormente pretendemos retirar do projecto, sem deixar que essa informação fique a pesar no ficheiro.
Vamos agora observar a caixa de diálogo com as opções de ligação a ficheiros externos de CAD.
A primeira a opção a estar atento é a caixa de escolha “Current view only”, para efeito de inserção de um levantamento 3D que tem linhas a partir das quais vamos gerar a nossa topografia. Temos de a manter desligada, porque caso estivesse ligada, as entidades inseridas, só seriam visíveis na vista em que fossem inseridas e em mais nenhuma. Desta forma tanto as veremos na vista de implantação como em vistas 3D ou mesmo em alçados ou outras plantas. De seguida temos opções relacionadas com as propriedades de inserção das entidades de desenho;
As cores, queremos manter as cores originais, ou de alguma forma alterar a sua representação no Revit®,
As “Layers” a carregar, podemos escolher todas, apenas as visíveis, ou posteriormente aceder a uma caixa de diálogo onde podemos escolher apenas quais as “Layers” a inserir.
As unidades de importação, aqui ou sabemos ao certo as unidades do projecto original, e poderá bastar escolher se é em metros, milímetros ou outras, ou como neste caso sabemos que o projecto está em escala 1/1 podemos escolher como unidades de importação metros. A opção “Auto-Detect” pode servir se soubermos ao certo em que unidades o projecto foi feito, podendo depois do mesmo ser inserido ser escalado para as unidades correctas.
Finalmente na parte de posicionamento, deixamos ficar a opção, “Center to Center” pois em principio é a que nos vai servir melhor de momento. O nível pode ficar o que está associado á planta onde estamos a trabalhar. E deixamos ligada a opção “Orient to view”. Para finalizar basta agora clicar no botão “Open”. O resultado será a nossa vista passar a apresentar o desenho inserido, como seria de esperar.
Modelação do terreno
Estamos agora na parte mais interessante do Revit® no que à modelação de terrenos diz respeito, a criação do modelo de terreno:
A partir da vista de implantação vamos abrir o separador “Massing & Site” painel “Model Site” » “Toposurface” em “Tools” escolhemos “Create from Import” » Select Import Instance” e seleccionamos o desenho da topografia.
Aparece uma caixa de diálogo onde escolhemos as “Layers” com a informação das curvas de nível, neste caso as “Layers” CURVAS-DE-NÍVEL e CURVAS-DE-NIVEL-MESTRA,
E terminamos o comando. Resultado final, a nossa superfície de terreno.
Vamos em planta desenhar a linha de propriedade para desenhar os limites e extrair informação da área do lote.
A linha de propriedade é mais uma função do separador “Massing & Site”,”Property Line” que nos vai permitir desenhar os limites do terreno, ou inclusive caso ele exista importar um ficheiro de azimutes fornecido pelo topógrafo. O resultado final é uma entidade de Revit®, a “Property Line” com o valor da área do nosso lote, e que pode servir para cálculos de área de construção, cedências municipais ou outros cálculos que venhamos a necessitar.
Ajustes do terreno à arquitectura, criação de taludes e plataformas
Vamos passar à parte que normalmente se torna mais complexa para os utilizadores, a manipulação do terreno e sua adequação à arquitectura, e modelação da envolvente. Para tal começamos por abrir a planta do Piso -1. A primeira etapa será separar o terreno do nosso lote da superfície envolvente, processo simples, basta usar o comando “Split Surface” selecionar o terreno e desenhar a linha de corte pelo contorno realizado com a linha de propriedade anteriormente desenhada. Ao terminar passamos a ter duas superfícies a do nosso lote e a do terreno envolvente e onde obviamente não podemos intervir.
De seguida vamos começar a manipular o terreno. Neste caso pretendemos nivelar o terreno pela cota da implantação do piso -1. Vamos utilizar a ferramenta “Building Pad” com a qual iremos criar um perímetro que envolve a implantação do nosso Piso -1.A plataforma resultante é composta por uma camada de material que no meu caso defino como pedra de assentamento, e ficará colocada por debaixo da laje do piso. O resultado obtido é visível na imagem seguinte.
De seguida temos de ajustar a superfície de forma mais detalhada em pontos onde a plataforma não vai funcionar por ser um elemento plano e horizontal. Vamos validar a cota da plataforma, assim obtemos o valor de cota altimétrica 133.1m De seguida editamos a superfície, e com a opção de ajustar pontos vamos definir a aresta de contorno da plataforma.
Além destes ajustes do terreno, iremos criar toda uma nova modelação do terreno, intervindo na criação da rampa de acesso, dos arranjos do jardim fronteiro, e na zona de recreio a criar. Isto é feito manipulando os pontos de terreno, alterando as suas cotas ou adicionando novos pontos que nos permitam essas afinações.
Este trabalho pode ser moroso, mas os resultados finais são muito compensadores, pois uma correcta modelação vai facilitar a integração da Arquitectura com o terreno. Adicionalmente vai aumentar a qualidade dos perfis e das medições do nosso projecto.
Perfis do terreno
O desenho de perfis do corte do terreno é um processo simples. Basta utilizar o comando “Section” e controlar a sua profundidade, e imediatamente temos um perfil do terreno por onde nos interessar analisar.
Adicionalmente e aproveitando o conceito de fases, vamos poder visualizar o perfil do terreno existente em confrontação com o novo terreno que modelámos em redor da nossa arquitectura.
Conclusão
Estamos assim perante um processo de trabalho que nos vem aumentar a qualidade do nosso projecto, permitir que a integração da Arquitectura no terreno seja mais fácil, e inclusive a prevenção de dificuldades que muitas vezes só surgiriam em obra. A maioria dos utilizadores inicialmente choca com a ferramenta de modelação de terrenos, pois nem sempre a considera intuitiva, em especial pela não existência de facilitadores na modelação de vias de comunicação. Nessa área por agora teremos de nos apoiar em modelos de terreno e vias desenvolvidos em AutoCAD® Civil3D e que são directamente importados para o Revit® Architecture, aumentando ainda mais a qualidade final dos nossos projectos.
Propriedade da Autodesk, publicado por Fernando Oliveira no AU2010
14.2.11
Livro Revit Architecture 2011 - Curso Avançado

27.1.11
Utilizar Funções em Parâmetros
Vou demonstrar uma outra forma de podermos utilizar ar fórmulas nos parâmetros, neste caso para podermos ter, por exemplo, um preço por ml de parede, condicionado ao seu cumprimento, ou seja:
Sendo este um exemplo simplificado e genérico, poderá na mesma ser utilizado em outras situações.
Como tal, vamos iniciar o nosso trabalho por desenharmos uma parede simples e cotar.
Uma vez que vamos dar apenas importância ao comprimento da mesma, vamos criar uma tabela de paredes, tendo apenas como parâmetro o Length; no separador View, painel Create, clicar em Schedules>Schedule/Quantities e seleccionar como categoria as paredes (Wall)
Depois de clicar em OK, na janela seguinte, adicionar o parâmetro Length.
Vamos então criar um parâmetro personalizado; clicar em Calculated Value…
Na janela que surge, criar o parâmetro custo ml (custo por metro linear de parede). Ter em atenção e seleccionar em Type a opção Number.
Em Formula, devemos inserir a condição que verifique o pretendido. Para tal, copiar a seguinte função em baixo para o referido parâmetro:
if(Length < 5000 mm, 100, if(Length < 10000 mm, 200, if(Length < 15000 mm, 300, 400)))
Depois de clicar em OK até sair de todas as janelas, poderá verificar que a tabela já reflecte a condição colocada
Se alterar para qualquer valor o comprimento da parede, essa alteração fará alterar o valor custo ml da tabela
E pronto, continua assim mais uma forma de explorar as funções nos parâmetros!
14.12.10
Roombook Extension for Revit Architecture 2011
Está disponível no site de subscrições da Autodesk a nova ferramenta "Roombook Extension for Revit Architecture 2011". Esta ferramenta foi originalmente desenvolvida para responder a algumas especificidades do mercado Alemão, estando agora disponível também numa versão internacional.
Essencialmente esta extensão permite que você quantifique materiais além do que é possível no Revit, por exemplo aplicando reduções da altura para materiais específicos ou manualmente aplicando materiais a compartimentos específicos, independentemente dos materiais dos objectos que o compõem.
6.12.10
Autodesk Building Information Modeling (BIM) Solutions Help Make Cities ...
A visão do que é o BIM para a Autodesk;
"Imagine, Design, Create"
3.12.10
Visibilidade dos VOIDS
Foi preciso uma semana para voltar a pensar e a ter tempo para publicar mais novidades :)
Há muito tempo que temos discutido, não só por aqui mas também no fórum RevitPt, o controlo da visibilidade de um Void. Para quem já tentou, facilmente se apercebeu que não é possível…
Mas… “I got the Picture” :)
Generalizando, vamos por partes. Vamos iniciar uma família do tipo Metric Generic Model.rft.
Vamos começar por construir o painel que irá corresponder, por exemplo, a uma porta (este poderá posteriormente inserido numa família da porta (família aninhada – nested family). Não vou descreve exaustivamente estas operações, mas apenas criei 3 parâmetros: comprimento, altura e espessura.
Criados os parâmetros, vamos agora definir a estrusão do painel. Com a vista em planta corrente, em Home, clicar em Extrusion; em modo de edição, definir a área do painel que, depois de terminada a sua edição, deverá ser ajustada a sua altura ao plano de referência correspondente ao alçado. Teremos então o seguinte resultado.
De seguida, no alçado, definir 4 planos que corresponderão à área do buraco (foram definidos afastamentos de 15cms ao limite do painel).
Até então, não foram acrescentados quaisquer diferenças relativamente à metodologia normal da criação de uma família.
Vamos então à parte mais interessante e “tricky”.
Uma vez que não podemos adicionar parâmetros de visibilidade no Void, teremos que arranjar maneira que este corte ou não o painel. Para isso, iremos acrescentar um novo Plano de Referencia, plano esse que servirá para relacionar esse novo objecto (Void).
Uma vez que este Void será construído fora do painel, vamos desenhar o Plano ligeiramente afastado do painel. De seguida, desenhar outro Plano de Referência que irá corresponder à espessura do Void.
Criados os planos, vamos agora criar 2 parâmetros: um para podermos controlar a espessura do Void - espessura_void – e outro para controlar o afastamento deste ao painel da porta - dist_void (o parâmetro espessura_void não era necessário, bastando para isso utilizar o espessura, garantindo assim que a espessura do Void fosse igual à do sólido).
Com o mesmo processo utilizado para modelarmos o painel, vamos agora utilizar em Home>Void Forms>Void Extrusion e modelar o Void entre os planos correspondentes. Ter em atenção e bloquear a geometria aos planos. Teremos o seguinte resultado
Relativamente á modelação, terminamos o necessário.
Provavelmente alguns já terão percebido o caminho, outros devem estar a pensar: mas para onde é que este tipo nos leva… :)
Continuando…
Vamos agora definir outro parâmetro, acedendo em Home a Family Types. Este será um parâmetro do tipo Yes/No; atribuir o nome buraco.
Terminados todos os parâmetros necessários, vamos testar todos os parâmetros para ver se não existe nenhum erro de constrangimento (procedimento importante para garantir a consistência da família).
Depois de testados os parâmetros, aceder novamente a Family Types em Home.
Quanto aos parâmetros pretendemos que:
• o parâmetro espessura_void seja de valor idêntico ao espessura;
• ao clicar no parâmetro buraco (caixa de verificação) este seja definido no painel (caso contrário teremos o painel inteiro).
Assim, e no parâmetro espessura_void, em Formula, escrever espessura (ter em atenção que a definição dos parâmetros nas formulas são sensíveis às letras maiúsculas).
Por último, e o mais importante, é definirmos o parâmetro dist_void como sendo o valor 0 (zero) caso o outro parâmetro buraco se se encontre seleccionado. Para esta situação, teremos que usar uma função: IF.
Ou seja:
IF(condição,resultado_se_verdadeiro,resultado_se_falso)
Assim teremos:
• Condição – buraco (ou seja, estar activo)
• Resultado_se_verdadeiro – 0 (zero)
• Resultado_se_falso - (espessura * 10) (ou seja, faz com que o Void se afaste do painel e assim não o corta)
Feito isto, teremos a seguinte condição:
Teremos o seguinte resultado.
Got the Picture? ;)
19.11.10
AU Virtual 2010 (continuação) Como participar

Além das aulas podem usufruir de multiplas apresentações e visitas virtuais aos espaços das empresas participantes.
Ficamos a aguardar o vosso feedback sobre o evento, e caso tenham alguma dificuldade ou duvida sobre o processo de participação, não hesitem em nos contactar.































