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19.1.16

Novo tipo de parâmetro: Global Parameter

Ano novo, versão anterior do Revit, mas com um upgrade recheado de novidades interessantes (R2, apenas disponível para clientes com subscrição). Algumas de cosmética, outras de novidades previamente anunciadas para a versão 2017 do Revit, mas quero salientar uma delas que considero interessantes e de muita utilidade: Global Parameters




Basicamente, e de forma muito simplificada, são parâmetros relatório, ou seja, parâmetros que poderão ser utilizados para controlar outros parâmetros diretamente ou através de fórmulas.


Estes parâmetros poderão ser previamente preparados para serem usados da forma mais conveniente para o projeto.



E a parte interessante é que estes poderão ser usados para referenciar outros objetos, dimensões e até mesmo parâmetros de famílias.
Estes parâmetros são atribuídos como nas famílias, ou seja, através das dimensões.

 Associando a famílias o mesmo se aplica, criando restrições paramétricas ao projeto.


Desta forma, alterando os parâmetros globais, conseguirei alterar tudo o que está relacionado com os parâmetros.



Muito interessante e útil!



12.8.13

Criar parâmetro para organização do Navegador de Projeto – Project Browser

Há muito que não paro por estes lados, mas o excesso de trabalho assim obriga! Mas, cá fica mais uma dica...
 
 
Coincidentemente ou não com o facto de estar ultimamente a desenvolver trabalhos de formação e consultadoria em áreas que vão além da Arquitetura (estiquei-me à Estrutura e ao MEP), tenho sido solicitado várias vezes com a necessidade de organização do Project Browser uma vez que este cresce exponencialmente face ao desenvolvimento do trabalho e sua complexidade.
Como tal, aqui fica mais uma nota...
 
A criação de novos parâmetros num projeto é uma das grandes mais-valias que o Autodesk® Revit® tem, uma vez que permite associar mais informação aos objetos que compõem o nosso projeto. Além desse objetivo, é também possível inserirmos um parâmetro para nos ajudar na organização do nosso projeto.
Existem dois tipos de parâmetros:
  • Parâmetros de Projeto – Project Parameters
  • Parâmetros Partilhados – Shared Parameters
 
 
Podemos cria-los diretamente no separador Manage, painel Settings, em Project Parameters. Ao clicar em Add, somos solicitados para a seleção e criação do parâmetro; neste caso, iremos criar um parâmetro de Projeto: Project Parameter. Em Name definimos a designação do parâmetro: Tipo Modelo. Este será um parâmetro de texto, associado à instância (Instance) e será associado apenas à categoria View.
 
 
Após clicar em OK e voltarmos ao ambiente de trabalho, é possível confirmar que a partir de agora todas as vistas têm este parâmetro que poderá ser preenchido de acordo com o pretendido. 
 
 
Uma vez que este parâmetro foi criado com o intuito de organizar o Navegador de Projeto por Tipo de Modelo – se Analítico ou Normal (refere-se à organização do Autodesk® Revit® Structure)– resta agora proceder ao preenchimento de acordo com o pretendido.

Efetuado todo o preenchimento do parâmetro, resta apenas proceder à ordenação do mesmo. Na parte superior do Navegador, temos a organização aplicada ao mesmo: View (all). Sobre essa descrição, clicar com o botão direito e clicar sobre a opção Browser Organization….
 
 
Para criar uma nova organização, clicar em New e após a definição de um nome, iremos proceder à sua configuração no separador Grouping and Sorting. Assim, iremos agrupar primeiro por Family and Type, depois por Tipo Modelo. No final iremos definir que a ordenação será efetuada por cota do Piso e de ordem descendente.
 


Clicado em OK, passamos a ter o Navegador organizado.
 
As vistas que estão identificadas com o símbolo “?” refere-se a vistas que não têm qualquer tipo de inscrição no parâmetro criado, bastará simplesmente preencher o mesmo para que este fique logo agrupado no Tipo Modelo pretendido.
 
Assim, e como resultado no Autodesk® Revit® Structure, poderemos ter a seguinte organização, onde estão agrupados os tipos de modelo, isto é, o Modelo Normal (sem visualizarmos os eixos analíticos) e o Modelo Analítico (onde apenas acedemos ao modelo analítico gerado pela modelação do nosso projeto).
 

Outra organização que podemos realizar para o Autodesk® Revit® Architecture é, por exemplo, a seguinte, onde além de organizado por fases de projeto (existente, proposta e telas finais), temos também a separação dos desenhos de Amarelos e Vermelhos e Projeto propriamente dito.


E para que possamos colocar um exemplo de todas as vertendes do Autodesk® Revit®, resta-nos para o MEP, sugerindo a separação por especialidades, isto é, arquitetura, AVAC, Esgotos, Iluminação, Potência, Águas (poderiam ser criados outros, tais como incêndios, gás, gases perigosos, entre outros).

 
Não pretendo desta forma referir que apenas se consegue este tipo de configuração; pretendo apenas realçar a capacidade que temos em mãos para podermos organizar o nosso Project Browser. Na versão 2014 do Autodesk® Revit®, as opções disponibilizadas são maiores pelo que facilita ainda mais essa possibilidade.
O mesmo é possível também em relação às folhas de impressão.
 
Bom trabalho, REVITianos...




22.2.12

Autodesk University 2011

Estão disponiveis para vizualização gratuita as sessões do Autodesk University 2011, como sabem estivemos presentes e realizámos algumas sessões online. Para as poderem vizualizar, basta aceder á página de selecção das sessões escolher a lingua Portuguesa e escolher o apresentador, Fernando Oliveira ou Décio Ferreira.
Para simplificar podem aceder por estes atalhos:

AB224 Modelagem de terrenos Avançada
AB210 Da Arquitetura ao Projeto Integrado
AB3968 Estudos conceituais: do estudo da forma à análise energética
MP3672 Da Arquitetura para as Redes Prediais
SE3671 Da Arquitetura para as Estruturas

AC5488 "Custom User Interface" para todos nós

Depois é sentar e assistir.

5.12.11

Autodesk University 2011

O Autodesk University 2011 já terminou, no entanto as sessões estão disponiveis no Site do AU2011 Virtual , aproveitem até dia 9 de Dezembro para frequentar algumas das melhores classes disponiveis no site, e que de certeza vos poderão ajudar a conhecer melhor os produtos Autodesk.

Em breve falaremos aqui de alguns dos temas que nos foram dados a conhecer este ano e daquilo que são as propostas da Autodesk.

Lembramos que os autores deste blog realizaram 2 classes cada um e que podem assitir em: Classes escolhendo a lingua portuguesa e o nome dos autores, Décio Ferreira e Fernando Oliveira.

Obrigado a todos os participantes.

3.3.11

Tutorial de modelação de terrenos

Este tutorial pretende de forma resumida ser um bom auxiliar na criação e edicção de terrenos, quem puder aconselha-sea a visita ao link do Autodesk University onde está colocado o video mais completo assim como documentação mais avançada: Autodesk University

Importação do ficheiro de topografia
Aconselha-se sempre a uma verificação prévia do ficheiro de topografia abrindo o mesmo na aplicação de origem seja o “AutoCAD®” ou outro. Esta verificação é importante para validar os seguintes elementos:

 As unidades e escala do ficheiro com o levantamento.


 As “Layers” do projecto, em especial saber em que “Layers” se encontram os vários elementos do desenho, como curvas de nível e pontos topográficos.


 Verificar se os objectos têm propriedades “bylayer”.


 Modificar alguns dos elementos para que o levantamento nos sirva o melhor possível. Apagar tramas não necessárias, ocultar informação não relevante, e muitas vezes complementar as polilinhas que representam as curvas de nível, em especial se as mesmas tiverem espaços vazios.


Vamos então começar por inserir o ficheiro que contém o levantamento topográfico com o qual vamos desenvolver o nosso projecto. No separador “Insert” utilizamos a opção “Link CAD”, que deve ser utilizada para inserir levantamentos, plantas e alçados que podemos usar para desenvolver o projecto, mas que posteriormente pretendemos retirar do projecto, sem deixar que essa informação fique a pesar no ficheiro.






Imagem 1 – Importação de ficheiro com o levantamento

Vamos agora observar a caixa de diálogo com as opções de ligação a ficheiros externos de CAD.


A primeira a opção a estar atento é a caixa de escolha “Current view only”, para efeito de inserção de um levantamento 3D que tem linhas a partir das quais vamos gerar a nossa topografia. Temos de a manter desligada, porque caso estivesse ligada, as entidades inseridas, só seriam visíveis na vista em que fossem inseridas e em mais nenhuma. Desta forma tanto as veremos na vista de implantação como em vistas 3D ou mesmo em alçados ou outras plantas. De seguida temos opções relacionadas com as propriedades de inserção das entidades de desenho;


 As cores, queremos manter as cores originais, ou de alguma forma alterar a sua representação no Revit®,


 As “Layers” a carregar, podemos escolher todas, apenas as visíveis, ou posteriormente aceder a uma caixa de diálogo onde podemos escolher apenas quais as “Layers” a inserir.


 As unidades de importação, aqui ou sabemos ao certo as unidades do projecto original, e poderá bastar escolher se é em metros, milímetros ou outras, ou como neste caso sabemos que o projecto está em escala 1/1 podemos escolher como unidades de importação metros. A opção “Auto-Detect” pode servir se soubermos ao certo em que unidades o projecto foi feito, podendo depois do mesmo ser inserido ser escalado para as unidades correctas.


Finalmente na parte de posicionamento, deixamos ficar a opção, “Center to Center” pois em principio é a que nos vai servir melhor de momento. O nível pode ficar o que está associado á planta onde estamos a trabalhar. E deixamos ligada a opção “Orient to view”. Para finalizar basta agora clicar no botão “Open”. O resultado será a nossa vista passar a apresentar o desenho inserido, como seria de esperar.


Modelação do terreno

Estamos agora na parte mais interessante do Revit® no que à modelação de terrenos diz respeito, a criação do modelo de terreno:


A partir da vista de implantação vamos abrir o separador “Massing & Site” painel “Model Site” » “Toposurface” em “Tools” escolhemos “Create from Import” » Select Import Instance” e seleccionamos o desenho da topografia.


Imagem 2 – Modelação do terreno

Aparece uma caixa de diálogo onde escolhemos as “Layers” com a informação das curvas de nível, neste caso as “Layers” CURVAS-DE-NÍVEL e CURVAS-DE-NIVEL-MESTRA,






Imagem 3 – Escolha de layers

E terminamos o comando. Resultado final, a nossa superfície de terreno.






Imagem 4- Terreno modelado

Vamos em planta desenhar a linha de propriedade para desenhar os limites e extrair informação da área do lote.


A linha de propriedade é mais uma função do separador “Massing & Site”,”Property Line” que nos vai permitir desenhar os limites do terreno, ou inclusive caso ele exista importar um ficheiro de azimutes fornecido pelo topógrafo. O resultado final é uma entidade de Revit®, a “Property Line” com o valor da área do nosso lote, e que pode servir para cálculos de área de construção, cedências municipais ou outros cálculos que venhamos a necessitar.






Imagem 5 – Desenho da linha de limite do lote.





Ajustes do terreno à arquitectura, criação de taludes e plataformas

Vamos passar à parte que normalmente se torna mais complexa para os utilizadores, a manipulação do terreno e sua adequação à arquitectura, e modelação da envolvente. Para tal começamos por abrir a planta do Piso -1. A primeira etapa será separar o terreno do nosso lote da superfície envolvente, processo simples, basta usar o comando “Split Surface” selecionar o terreno e desenhar a linha de corte pelo contorno realizado com a linha de propriedade anteriormente desenhada. Ao terminar passamos a ter duas superfícies a do nosso lote e a do terreno envolvente e onde obviamente não podemos intervir.
De seguida vamos começar a manipular o terreno. Neste caso pretendemos nivelar o terreno pela cota da implantação do piso -1. Vamos utilizar a ferramenta “Building Pad” com a qual iremos criar um perímetro que envolve a implantação do nosso Piso -1.A plataforma resultante é composta por uma camada de material que no meu caso defino como pedra de assentamento, e ficará colocada por debaixo da laje do piso. O resultado obtido é visível na imagem seguinte.






Imagem 8 – Escavação provocada pela plataforma

De seguida temos de ajustar a superfície de forma mais detalhada em pontos onde a plataforma não vai funcionar por ser um elemento plano e horizontal. Vamos validar a cota da plataforma, assim obtemos o valor de cota altimétrica 133.1m De seguida editamos a superfície, e com a opção de ajustar pontos vamos definir a aresta de contorno da plataforma.










Imagem 9 – Ajuste do terreno à plataforma

Além destes ajustes do terreno, iremos criar toda uma nova modelação do terreno, intervindo na criação da rampa de acesso, dos arranjos do jardim fronteiro, e na zona de recreio a criar. Isto é feito manipulando os pontos de terreno, alterando as suas cotas ou adicionando novos pontos que nos permitam essas afinações.






Imagem 10 – Manipulação de pontos para acerto de terreno

Este trabalho pode ser moroso, mas os resultados finais são muito compensadores, pois uma correcta modelação vai facilitar a integração da Arquitectura com o terreno. Adicionalmente vai aumentar a qualidade dos perfis e das medições do nosso projecto.










Imagem 12 – Resultados finais de um correcto ajuste do terreno.

Perfis do terreno

O desenho de perfis do corte do terreno é um processo simples. Basta utilizar o comando “Section” e controlar a sua profundidade, e imediatamente temos um perfil do terreno por onde nos interessar analisar.






Imagem 13 – Perfil do terreno alterado e final

Adicionalmente e aproveitando o conceito de fases, vamos poder visualizar o perfil do terreno existente em confrontação com o novo terreno que modelámos em redor da nossa arquitectura.


Conclusão

Estamos assim perante um processo de trabalho que nos vem aumentar a qualidade do nosso projecto, permitir que a integração da Arquitectura no terreno seja mais fácil, e inclusive a prevenção de dificuldades que muitas vezes só surgiriam em obra. A maioria dos utilizadores inicialmente choca com a ferramenta de modelação de terrenos, pois nem sempre a considera intuitiva, em especial pela não existência de facilitadores na modelação de vias de comunicação. Nessa área por agora teremos de nos apoiar em modelos de terreno e vias desenvolvidos em AutoCAD® Civil3D e que são directamente importados para o Revit® Architecture, aumentando ainda mais a qualidade final dos nossos projectos.



Propriedade da Autodesk, publicado por Fernando Oliveira no AU2010

25.3.10

Autodesk® Revit ® MEP® 2011





Como todos os produtos Revit 2001temos as novidades apresentadas no Revit Architecture 2011, vamos agora ver as principais novidades do Revit MEP2011;



Opção para colocação de etiquetas nos objectos de MEP no acto da inserção dos objectos.



Possibilidade de fazer "copy monitor" de objectos MEP com o Revit Architecture.


Electricidade


Condutas e caminhos de cabos para electricidade.



Nova ferramenta que facilita a construção de tubagens e caminhos d e cabos para projectos eléctricos, com objectos paramétricos adequados á função. Inclusive criação de pontos de conexão(terminais) editáveis em 3D para uma mais fácil conexão entre equipamentos e condutas.


Novos conteúdos na biblioteca de electricidade.


Piping



Colocação de Válvulas e acessórios em cortes e alçados.


Objectos "falanges" associados na família de tubagens para representação das mesmas como objectos independentes das tubagens utilizadas.




AVAC


Ductos Ovais, nova forma para condutas AVAC alem das rectangulares e circulares.



No global temos uma aplicação melhorada, mais capacidades de projecto, e que cada vez responde mais às necessidades práticas dos utilizadores.

28.10.09

O que é o B.I.M.?


Designação de um processo baseado num Modelo de Informação do Edifício.
Desde que foi criada esta sigla, B.I.M. muitas pessoas questionam-se sobre ao que é que estas 3 letras realmente se referem.

Uma das suas traduções livres pode ser “Modelo de Informação do Edifício”, pretendendo, assim, designar um conjunto de informação, consistente coordenada integralmente e computável, desde o inicio do projecto até às fases finais da construção.

Este modelo de informação permite ao longo de todo o processo de desenvolvimento de projectos multidisciplinares (arquitectura, engenharia, construção…) uma partilha de informação consistente entre todos os intervenientes, reduzindo assim as dificuldades existentes na coordenação entre projectos/especialidades.

Por outro lado, partindo de uma base comum, podemos realizar análises estruturais, térmicas, energéticas, ambientais e outras sem a necessidade de recriar o modelo, tendo a certeza que todas as análises são realizadas sobre a mesma informação base (mesmo modelo). Desta forma, temos uma capacidade acrescida para desenvolver um projecto perfeitamente coordenado entre as várias especialidades, garantindo, por exemplo, uma maior eficiência energética e com menor impacto ambiental.

De que forma conseguimos obter toda esta coordenação de projectos?

A resposta resume-se na utilização da tecnologia Autodesk Revit, baseada num modelador paramétrico de objectos, com ferramentas apropriadas para cada especialidade e necessidade de trabalho, disponibilizando aos utilizadores a ferramenta informática de projecto mais apropriada para a sua função sem perca de produtividade, aumentando-a substancialmente e de forma consistente, com a garantia da perfeita coordenação entre as várias especialidades intervenientes no processo de projecto.

Assim sendo, o B.I.M. não é apenas uma sigla para designar um tipo de software, ou uma nova forma de desenvolver projectos. O B.I.M. identifica uma nova solução para desenvolvimento de projectos, uma forma mais coordenada na construção, gestão e manutenção da exploração da construção. Uma solução que reúne os processos de trabalho, a utilização de softwares adequados e a formação dos intervenientes.

No fim, e utilizando a tecnologia disponibilizada pelo Autodesk Revit, estaremos perante uma solução integrada que nos vai permitir aumentar a qualidade do trabalho executado, responder mais eficazmente às solicitações do mercado, dar-nos a capacidade de responder à responsabilização na execução dos projectos, estar preparado para os desafios ambientais do séc. XXI e continuar a desenvolver os nossos projectos com liberdade criativa e imaginação.
-Noticia editada por Fernando Oliveira, e publicada em "Jornal de Noticias", Suplemento "Concreta" de 20 Outubro 2009-

10.2.09

Revit MEP 2010

O Autodesk Revit MEP 2010 é mais uma das aplicações da familia Revit 2010, que vem usufruir do novo interface unificado, no entanto no seguimento da sua politica de apoio ao desenvolvimento de uma arquitectura sustentável e na busca do equilibrio energético e ecológico da construção, a Autodesk tem adicionado ferramentas de análise e simulação ao MEP. Passamos assim a contar com as seguintes novidades:


· Capacidade de importar componentes do Autodesk Inventor sem perca de informação que esteja asssociada.

· Mais de 300 novos objectos de condutas e tubagens disponiveis numa nova biblioteca cada vez mais completa.




· Novas ferramentas de análise e relatorios melhorados das várias especialidades.



· Uma cada vez maior integração multidisciplinar entre o Revit MEP e as outras aplicações, de forma a facilitar o apuro dos nossos projectos.

9.2.09

Revit Structure 2010


Hoje temos a apresentação do Autodesk Revit Structure2010, além de todas as novidades transversais ás aplicações baseadas em Revit e já enumeradas no Revit Architecture, passamos ainda poder contar com alguns melhoramentos muito interessantes.
Pilares inclinados, criados da mesma forma que os pilares anteriores mas com a capacidade de definirmos a sua inclinação. Estes elementos serão capazes de manter a sua capacidade de análise associada ao modelo. Esta opção aliada ás novas ferramentas de modelação 3D do Revit vai facilitar a análise de formas mais complexas e menos regulares. Também está disponivel uma nova ferramenta que internamente permite fazer novas análises estática dos

variados elementos de projecto, inclusive a acumulação de cargas ao longo de pilares e sobre os pórticos compostos por elementos criados no Revit Structure, desta forma pode ser melhorada a capacidade de dimensionamento prévio à análise externa. Também disponivel no programa de subscrições está a nova ferramenta de modelação de pontes, permitindo criar estruturas de pontes parametricas. Não estamos perante uma solução para todo o tipo de pontes, mas sim para soluções baseadas em elementos estruturais em betão e com construção por elementos pré-fabricados. Uma novidade a ter em atenção, pois tem algum potencial ainda por desenvolver.


Algumas das opções disponiveis no AutoCAD Structural Detailing, neste caso a potente ferramenta de detalhe de ligações para estruturas metálicas, passa agora a estar também presente no Revit Structure, facilitando a integração do modelo com a análise e o detalhe, duma forma mais potente e interactiva.

Ainda nesta aplicação vamos ter novidades ao nivel de novas extensões para o Revit Structure, na linha das que foram sendo disponibilizadas na familia 2009, assim como alguns melhoramentos no AutoCAD Structural Dettailling, elemento da Suite Revit Structure 2010.

7.2.09

Revit Architecture 2010

A Autodesk numa conferência de imprensa virtual realizada na passada sexta-feira, 6/02/2009, apresentou as novas versões das suas aplicações para Arquitectura, Engenharia e Construção, AEC. Essas aplicações cada vez mais visam permitir a adopção pela industria de construção do conceito BIM, (Modelo de Informação do Edificio/Construção).

As actualizações incluem os seguintes produtos, Autodesk Revit Architecture 2010, Autodesk Revit Structure 2010, Autodesk Revit MEP 2010, AutoCAD Civil 3D 2010, e as soluções Autodesk NavisWorks 2010.

A Plataforma Revit 2010 baseada em aplicações de modelo BIM, começa por apresentar uma unificação de interface, garantindo a todas as aplicações Autodesk uma consistência e facilidade cada vez maior de trabalho. A plataforma Revit apresenta ainda uma maior interoperacionalidade para análise do Edificio amigo do ambiente (Green Building), suportando a comunicação com aplicações externas de análise.

As principais novidades do Autodesk Revit Architecture 2010 são:


  • - Um novo espaço de modelação para permitir criar geometrias mais complexas. Modelação de formas livre e paramétricas, desenho em 3D com novas capacidades de manipular formas livremente. Esta nova ferramenta vai ter capacidades de manipulação de paineis e divisão em elementos construtivos e paramétricos.
- Um novo interface, que permite uma maior personalização e um trabalho mais automatizado. Mantendo a clareza do ambiente de trabalho Revit, mas aumentando a sua personalização. Uma barra de acesso rápido (Quick Acess Toolbar)que permite acesso directo aos comandos mais utilizados. E a introdução do “Ribbon” extremamente adequado à forma de trabalhar do Revit, funciona como pensamos durante os processos de trabalho, facilitando a orientação do utilizador dentro da aplicação, sem percas de produtividade e de uma forma clara.

- Melhoramentos significativos na ligação a outras aplicações Autodesk, nomeadamente na comunicação com o AutoCAD Civil 3D 2010 , o Autodesk 3ds Max design 2010 e o Autodesk Inventor 2010. Capacidade de utilização de todo o poder do Windows 64.bit. Novas capacidades de interacção com aplicações externas através de uma API cada vez mais desenvolvida.

Em breve apresentaremos aqui informação sobre as restantes aplicações Autodesk 2010.